EDIÇÃO IMPRESSA

Isis Valverde estampa dezembro da EntreRios com olhar sobre estética e autocuidado

Com Isis Valverde na capa, edição mergulha nos afetos de quem vive longe e no poder de se reinventar

Dezembro 2, 2025

Revista EntreRios de dezembro traz reflexão sobre o fim de ano, comunidade, solidariedade e o boom dos procedimentos estéticos. Crédito: Jordan Alves.

A edição de dezembro da revista EntreRios já está nas bancas e chega com a intensidade que marca o último mês do ano. Tempo de rituais, promessas e despedidas simbólicas, dezembro ganha na revista um olhar que atravessa fronteiras, especialmente as de quem escolheu viver longe do Brasil e constrói, em Portugal, novas formas de pertencimento.

Na capa, Isis Valverde inaugura a estreia da revista na editoria de medicina. Em entrevista, a atriz fala com franqueza sobre estética, autocuidado e limites, questionando a lógica da transformação a qualquer custo. Ela comenta a importância da prevenção, do equilíbrio emocional e físico e antecipa os próximos passos de sua carreira, que incluem um novo livro, um filme e uma peça de teatro previstos para 2026.

A edição também traz uma análise sobre o crescimento global dos procedimentos estéticos, impulsionado pelas redes sociais, e o alerta de especialistas para que saúde e bem-estar sejam sempre o centro das decisões e não apenas padrões irreais de perfeição.

Outro destaque desta edição é a reportagem sobre a chamada “Ceia do Abraço”, iniciativa criada por brasileiros para acolher quem, nesta época, sente o peso da distância da família. Muito mais do que uma simples confraternização, o encontro transforma a saudade em partilha, reúne diferentes nacionalidades em torno da mesma mesa e prova que a ideia de lar pode ser expandida, reinventada e ressignificada.

A EntreRios também acompanha histórias de brasileiros e portugueses unidos em ações solidárias, organizando mutirões para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade. Em um tempo marcado por excessos de consumo, a revista lança luz sobre o gesto oposto: o de estender a mão, partilhar o que se tem e criar redes de cuidado.

O número também reúne matérias que passeiam por diferentes dimensões do viver e do sentir. Para quem busca escapar do frio, há um roteiro de destinos quentes, com praias próximas, boa gastronomia e muita cultura. Para brindar a chegada de um novo ciclo, uma seleção de espumantes que valoriza a experiência e a alegria do primeiro gole, mais do que o preço do rótulo.

No Radar cultural, Pedro Cardoso passa por Lisboa e Porto com o espetáculo O recém-nascido, em que dá vida a um homem capaz de se lembrar do próprio nascimento. Já na seção Primeira Pessoa, o linguista Caetano W. Galindo reflete sobre sotaques e sobre as diferenças entre o português falado em Portugal e no Brasil. A publicação também dedica espaço à saúde mental, discutindo como o Natal pode ser sinônimo de festa para uns e de profunda tristeza para outros — e propondo caminhos possíveis para atravessar esse período com mais consciência e acolhimento.

A EntreRios encerra 2025 fazendo um convite à consciência, ao encontro e à coragem de começar de novo. Uma revista para ser lida devagar, como quem abraça uma boa conversa antes da virada do calendário.

Você pode assinar e receber a publicação no conforto da sua casa, além de ler na íntegra online.

flavio@revistaentrerios.pt