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Joana Andrade e Lucas “Chumbo” revelam a força do surf em Portugal

Na edição nº 4 da EntreRios, surfistas de renome e jovens talentos mostram como o país se tornou um atrativo para admiradores de ondas

Setembro 18, 2025

Joana Andrade, a primeira e única portuguesa a surfar as ondas gigantes de Nazaré, que podem chegar a 30 metros. Crédito: Renato Velasco

Com ondas gigantes, atletas competitivos e uma costa que atrai surfistas do mundo inteiro, Portugal consolidou-se como um dos grandes polos do surf mundial. Em lugares como Nazaré, Ericeira e Peniche convivem veteranos que desafiam o impossível e jovens talentos que projetam o futuro do esporte.

Na edição nº 4 da revista EntreRios, que chegou às bancas em setembro, mergulhamos neste tema com entrevistas exclusivas e relatos inspiradores. A surfista Joana Andrade, primeira e única portuguesa a surfar as ondas gigantes da Nazaré, compartilhou sua trajetória marcada por desafios, preconceitos e superação.

“Nas ondas grandes não há masculino, não há feminino. Há um ser humano que está a enfrentar a força da natureza”, disse à nossa reportagem.

Entre os entrevistados, também está Lucas Chianca, o “Chumbo”, hoje um dos maiores nomes do surf de ondas gigantes no mundo. Quatro vezes vencedor do Nazaré Tow Challenge, ele afirma:

“Nazaré pra mim é minha segunda casa… foi o lugar que me colocou no mapa, que apresentou o Chumbo para o mundo”.

Apaixonado por Portugal, Lucas Chumbo é recordista em Nazaré. Crédito: DOMENIC-MOSQUEIRA/DIVULGAÇÃO

O brasileiro de 30 anos lembra que, pouco antes de conhecer Nazaré, pensava em abandonar o surf profissional. Mas tudo mudou ao enfrentar as ondas portuguesas: “Eu vi que eu tinha um espaço, um caminho a trilhar ali e foi essencial na minha vida”.

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Além de atletas, instrutores e empresários brasileiros encontram no país um terreno fértil para crescer no esporte e no turismo.

Como conta o brasileiro Vinícius Osório Costa, que hoje administra uma escola em Ericeira, “o surf nos educa para outras habilidades, como a tomada de decisão rápida e a convivência em grupo”.

O brasileiro Vinícius Osório Costa, encarregado de uma escola de surf em Ericeira, a ‘Surf with Pepe’. Crédito: Renato Velasco

Também conversamos com o brasileiro Halley Batista que decidiu morar em Portugal para aproveitar as ondas e a qualidade de vida.

O surfista brasileiro Halley Batista (que mora em Portugal há uma década). Crédito: Renato Velasco

Além das vozes consagradas como Frederico Morais e a jovem Francisca “Kika” Veselko, a reportagem traz análises sobre o impacto econômico do surf em Portugal, a crescente visibilidade feminina no esporte e a relação próxima com o Brasil.

Francisca Veselko, (Kika): campeã mundial júnior em 2023 e atual líder do ranking de acesso à elite internacional. Crédito: Arquivo Pessoal

Leia a reportagem completa

Para ler a reportagem completa e conhecer todas as histórias que fazem do surf português um fenômeno cultural, adquira já a edição nº 4 da EntreRios nas bancas.

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Deborah Lima
deborah@revistaentrerios.pt