Supera a Disneyland!

Tudo o que sabemos sobre o primeiro parque da Universal na Europa

Complexo será quatro vezes maior que Disneyland Paris; descubra todos os detalhes aqui

Janeiro 23, 2026

Europa terá primeiro parque da Universal. Crédito: Reprodução Instagram
Europa terá primeiro parque da Universal. Crédito: Reprodução/Instagram.

Depois de conquistar fãs com parques lotados, filas disputadas e universos cinematográficos espalhados pelos Estados Unidos e pela Ásia, a Universal anunciou que chegou a hora de um novo capítulo e ele será escrito em solo europeu.

O primeiro parque temático da empresa na Europa já tem sinal verde para sair do papel. O projeto recebeu todas as autorizações necessárias e tem inauguração prevista até 2031, com uma meta ambiciosa de 8,5 milhões de visitantes logo no primeiro ano. O investimento impressiona, cerca de 58 bilhões de euros, e dá a dimensão do que vem por aí.

O local escolhido? O complexo vai nascer em uma antiga área industrial totalmente recuperada, com 3 km² de extensão, em Bedford, na Inglaterra, e promete um impacto gigante na região.

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Para se ter ideia, o espaço será quatro vezes maior que a Disneyland Paris. Embora a Universal ainda mantenha mistério sobre as atrações e áreas temáticas, a expectativa é alta.

Nos outros parques do grupo, espalhados por Orlando, Los Angeles, Osaka, Singapura e Pequim, as experiências costumam girar em torno das grandes franquias da NBCUniversal, o que já dá pistas do nível da aposta.

Universal terá primeiro parque na Europa. Crédito: Reprodução Instagram
Universal terá primeiro parque na Europa. Área inspirada no Os Simpsons deve fazer parte. Crédito: Reprodução/Instagram.

Espera-se que o novo parque traga áreas inspiradas em Harry Potter, Os Simpsons e Nintendo, assim como acontece nos outros parques da Universal pelo mundo.

Impacto local

Além da diversão, o projeto traz mudanças estruturais importantes. A região vai ganhar melhorias no transporte ferroviário, com modernização da estação local de Wixams e a construção de uma nova estação na linha férrea. Tudo pensado para facilitar o acesso ao parque, que fica a cerca de uma hora de trem de Londres.

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O impacto econômico também chama atenção. A previsão é de 28 mil novos empregos, sendo 20 mil durante a construção e outros 8 mil em áreas como criação, entretenimento e hotelaria. A ideia é que cerca de 80% das vagas fiquem com moradores da própria região, reforçando o papel do parque como motor de desenvolvimento local.

Renata Telles
renata@revistaentrerios.pt