Depois de quase um ano fechada para obras, a Torre de Belém, um dos monumentos mais visitados e fotografados de Portugal, voltou, esta primavera, a ser reaberta ao público.
E tem um novo sistema de agendamento e horários: limite de 60 visitantes a cada 30 minutos e, no máximo, 900 por dia. A intenção é controlar melhor o fluxo para que o passeio seja mais agradável para todos e tolerável para o monumento.
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Ancorada às margens do Rio Tejo, em Lisboa, com seu baluarte avançando sobre as águas, a Torre é um projeto arquitetônico e cultural que encanta ao recriar a proa de uma caravela. É como um navio de pedra desbravando os mares na Era dos Descobrimentos. As fachadas de pedra calcária lioz, restauradas e limpas exibem agora o brilho original.

Por ano, cerca de 400 mil pessoas passam pelo ponto turístico. E lá se vão mais de 500 anos dessa fortificação medieval, considerada a joia da coroa de D. Manuel I.
Construída em impressionantes — para a época — seis anos, entre 1514 e 1520, a antiga fortaleza defendia a capital portuguesa contra embarcações inimigas. Ao longo dos séculos, a Torre já foi farol e posto alfandegário.
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Suas fachadas exibem a opulência do estilo manuelino, com pedras esculpidas, esferas armilares e influência mourisca. Desde 2007, é Património Mundial da Unesco e considerada uma das Sete Maravilhas de Portugal.
Situada em um ponto nobre de Lisboa, a atração ganhou vizinhos que são marcos contemporâneos, como o Centro Cultural de Belém e o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Maat), além do Mosteiro dos Jerónimos, campeão de visitas de Portugal. A Torre simboliza a identidade portuguesa e os heróis do mar, como canta o hino nacional!
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