Você não precisa ser hóspede para aproveitar a piscina vermelha e festas temáticas deste hotel em Lisboa
Hotel aposta em experiências sensoriais com pool break, festas privadas e nova carta do restaurante Clorofila assinada pelo chef Celso Dias
- Lisboa
Maio 13, 2026
No coração de Lisboa, o verão ganha novos ares com uma proposta que mistura gastronomia afetiva, rooftop com piscina vermelha, festas privadas e um show imersivo de videomapping durante o jantar. A experiência começa logo pela logística pensada para quem quer viver a cidade sem sair do hotel pois até outubro, o espaço passa a receber eventos privados em formatos variados, como Arraial de Santo António, Barbecue e Rooftop Party, apostando numa programação descontraída e social.
A partir de junho, o hotel também abre ao público externo o pacote Break Pool, permitindo que não hóspedes aproveitem a piscina do rooftop diariamente, entre 8h e 14h. Com vagas limitadas a apenas dez pessoas por dia, a experiência inclui café da manhã ao ar livre, acesso aos balneários, toalha e utilização da piscina por 30 euros por pessoa.

O café da manhã inclui bebida fria — como suco natural ou detox —, opção de padaria entre sanduíches, torrada, tosta ou bruscheta do dia, além de bebida quente, como café, galão ou chá. A proposta reforça a tendência dos hotéis urbanos que apostam em experiências exclusivas para além da hospedagem.
À noite, o destaque fica por conta do espetáculo de videomapping projetado nas paredes do jardim interior. Durante 15 minutos, imagens e sons transformam a arquitetura do hotel num palco visual inspirado na luz de Lisboa, criando uma experiência sensorial que acompanha o jantar.

Cozinha portuguesa contemporânea e pratos para compartilhar
É neste cenário que funciona o Clorofila, restaurante do hotel comandado pelo chef Celso Dias. Com mais de 60% dos lugares voltados para o Pátio Fotossíntese, o espaço aposta numa cozinha portuguesa contemporânea, leve e pensada para partilha.

A nova carta, que deverá permanecer até o fim de setembro, traz pratos como o Wellington de novilho com legumes assados e mousse aveludada de batata-doce e queijo; o Brás de bacalhau extra cremoso e crocante com presunto ibérico e pó de azeitona; a açorda cremosa de bacalhau lascado com camarões e espargos; além do “bom e suculento bife”, servido com mousse de romanesco, batata camponesa, ovo estrelado e molho de medronho.
Entre os destaques também está o reformulado Carolinoto Clorofila, um arroz cremoso com camarões, espargos, tomate concassé e ovo escalfado. Segundo Celso Dias, a ideia da nova fase do menu foi “refrescar um bocadinho a carta” sem perder a essência da casa.
“O nosso caminho é fazer coisas normais ou tradicionais, sempre dando alguma coisa a mais, acrescentando e nunca retirando”, afirma o chef.

Ele explica que o restaurante nasceu com o conceito de partilha ainda durante a pandemia, quando o hotel abriu as portas em pleno período de restrições sanitárias.
“Nós decidimos, desde a abertura deste hotel, que o nosso restaurante seria um restaurante de partilha. É uma maneira das pessoas experimentarem mais de um prato, mais de um sabor. Hoje em dia, à mesa, não se conversa. Está-se agarrado aos telefones. Queremos fomentar essa interação humana”, diz.
Criatividade intuitiva e memória afetiva
A construção dos pratos também segue um processo intuitivo, quase artesanal. Celso conta que muitas ideias surgem diante dos ingredientes disponíveis no frigorífico, sem planeamento rígido. Foi assim que nasceu o Wellington da casa, reinterpretado com algas para trazer frescor e equilíbrio ao prato.
“Eu não queria um Beef Wellington normal. Tinha que levar mais qualquer coisa. Entrei dentro do frigorífico, vi umas algas e pensei: pode funcionar. À primeira vista podia ter sido um desastre, mas acabou trazendo um toque agradável”.
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O mesmo raciocínio foi aplicado ao Brás de bacalhau, que ganhou apresentação em camadas crocantes com massa filo.
“A base está lá, o bacalhau à Brás está ali. Mas precisava de qualquer coisa diferente. Quando olhei para a massa filo pensei: vamos fazer uma coisa distinta”.
A carta também carrega histórias pessoais. Uma das sobremesas foi criada pela antiga subchefe brasileira do restaurante, que recentemente deixou a equipa para um novo projeto. “Essa era a sobremesa dela: uma paçoca de amendoim com doce de tomate e granita de paçoca seca. Espero que ela tenha muita sorte”, diz Celso. Entre as sobremesas atuais, destaque ainda para o flan de pistacho com crocante de amêndoa, xarope de frutos silvestres e suspiros.
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Com rooftop, piscina, gastronomia autoral e projeções imersivas, o Lumen Hotel aposta numa Lisboa mais sensorial, onde comer, conversar e permanecer tornam-se parte da mesma experiência. O Lumen Hotel fica na Rua Sousa Martins, nº 20, em Picoas. O cardápio do Restaurante Clorofila tem almoço e jantar.
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