Rubel está de volta a Portugal em novembro para três apresentações da turnê BELEZA. Rubel e Violão. O cantor carioca passa pelo Coliseu de Lisboa, no dia 13, pelo Coliseu do Porto, no dia 19, e encerra a passagem pelo país no Convento São Francisco, em Coimbra, no dia 21.

Em conversa com a EntreRios, Rubel contou que está animado para reencontrar o público português, especialmente depois da experiência com o mesmo formato na capital em 2025. “Eu tô muito feliz. Eu já fiz esse show no ano passado em Lisboa e foi muito emocionante. O público português sempre me recebe muito bem. Eles têm uma relação de muito carinho com a minha música, com as minhas letras especialmente.”

O espetáculo acompanha o lançamento do álbum Beleza. Mas agora a gente faz o que com isso?, apresentado em uma proposta mais íntima, com o cantor sozinho no palco. O repertório percorre diferentes momentos da discografia de Rubel e dá destaque às músicas do trabalho mais recente. “Eu e meu violão, apenas, do jeito que eu gosto”, explica.

Ivete Sangalo. Crédito: Fernanda Baldioti Leia também Ivete Sangalo transforma Cascais em uma grande roda de samba

Apesar do título da turnê trazer uma pergunta, Rubel não pretende oferecer uma resposta específica ao público. A proposta é deixar que as canções conduzam a experiência e permitam diferentes interpretações.

Rubel. Crédito: Reprodução Instagram

Rubel. Crédito: Reprodução Instagram

“Eu acho que ele não é para refletir sobre algo específico. É um show para você ouvir música. As minhas músicas falam de muitas coisas.”

E elas realmente passam por assuntos variados. Conhecido por músicas como Quando Bate Aquela Saudade e Partilhar, Rubel construiu uma trajetória que passeia pelo pop, pelo folk e pela canção brasileira contemporânea. Ao longo dos últimos anos, também colaborou com artistas como Emicida, Ana Vitória e Luedji Luna.

“Elas falam de amor, dor, vida, morte, política, do Brasil, da experiência humana na Terra. Então, eu acho que é um pouco dessa mistura de estar vivo e tudo que inclui nessa grande loucura que é a própria vida.”